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COLECTIVIDADES            

            

Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo

Centro Paroquial e Social de Santa Marta

Grupo de Bombos de Santa Marta 

Associação Cultural e Desportiva de Santa Marta

Escola de Folclore de Santa Marta de Portuzelo

Grupo Desportivo do Centro Paroquial – ciclismo

Escola de Futebol Associação Luciano Sousa

Fanfarra de Guias e Escuteiros

Grupo Folclórico da Casa de Santa Marta de Portuzelo em Paris

 


 

Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo

     Rua do Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo

     4925-179 Santa Marta de Portuzelo 

     Abílio da Assunção Oliveira e Costa (Director)

                                    Telef: 258 830 060 / 258 830 356

                                          

                   Festas - Cortejo Etnográfico    

 

MordomaA Romaria de santa Marta de Portuzelo tem, no Cortejo Etnográfico, uma inquestionável consagração pública. Do Programa da festa constam diversos números, todos eles cheios de simbolismo, desde a decoração da Igreja Paroquial, realizada por mãos de fada, das mulheres Santamartenses, até ao estoirar do último foguete, tudo materializado num único sentido, o de mostrar o que há de mais belo e puro nesta terra que nos viu crescer.

Mas voltemos aos Cortejos Etnográficos, outrora designados por “Paradas Agrícolas”, constituem hoje, a par da Procissão de Santa Marta, um número do Programa que mais visitantes traz a esta localidade, daí, o especial cuidado que a Comissão de festas coloca neste programa, não se poupando esforços de cada vez mais valorizar a amostragem dos usos e costumes do Povo de Santa Marta de Portuzelo.

Desfilaram pela primeira vez, nesta Freguesia, na década de trinta, integrado nas Festas das Colheitas que tinham como Patrono Santo Isidoro e como grande dinamizador o Padre António Gonçalves da Torre. De princípio, as paradas eram uma demonstração das diversas fainas agrícolas, depois passou a integrar os diversos tipos de artesanato, hoje englobam esses temas e, ainda, o desporto e parte cultural, é a forma encontrada de tornar vivas as “coisas” do passado e delas recebermos as correspondentes mensagens e transmiti-las à nossa juventude.

Em 1944 e já sob a orientação do Dr. Sousa Gomes, o Cortejo mudou um pouco o seu figurino e começou a introduzir também desfiles de Traje endo passado a integrar representações de outras Freguesias da orla marítima, Areosa, carreço e Afife, mas foi em 1945 que atigiu o seu ponto mais alto, não só pela amostragem dos usos e costumes de Santa Marta, mas também pelas representações das seguintes Freguesias: Areosa, Cardielos, Vila franca, Carreço, Darque, Lanheses, Outeiro, Perre, Serreleis, Subportela, Vila Mou, Amonde.

Hoje, os Cortejos Etnográficos estão perfeitamente enraizados no Programa das festas de Santa Marta  e restringem-se exclusivamente aos usos e costumes, aos artesanato e muito especialmente à divulgação dos nossos trajes. Estamos conscientes de que os temas apresentados são comuns a toda a Ribeira Lima mas com pequenas variantes, por vezes, imperceptíveis aos leigos.

No corrente ano (2003), o Cortejo Etnográfico teve como tema “O Povo que somos” e desenvolveu-se à volta de três quadros:

Quadro 1 – As Nossas Festas.

Quadro 2 – Santa Marta de Portuzelo, Símbolos e Tradições.

Quadro 3 – Santa Marta de Portuzelo, na Artes e nas Letras.

No ano de 2001 iniciou-se um novo ciclo nas Festas de Santa Marta com a criação dos Cortejos Nocturnos, ocupando o dia e o Horário dos extintos espectáculos de variedades, a crítica foi bastante favorável, mas reconhecemos que, ainda, estamos no início e há muito a melhorar, especialmente no que diz respeito à luminotécnica dos próprios carros do Cortejo, o que, naturalmente, melhorará com o tempo.

Uma palavra de apreço para os homens e mulheres de Santa Marta que trabalham no desenvolvimento dos diferentes quadros que compõem os nossos Cortejos, a começar pela Comissão que dá o mote e coordena os Cortejos, aos 686 figurantes (cortejo de 2002) que se disponibilizam gratuitamente para que na hora certa tudo funcione. Este espectáculo é o que leva maior número de figurantes, a par da majestosa Procissão de Santa Marta, é o que atrai maior número de visitantes, não fossem os cortejos o espelho que reflecte a genuinidade dos usos e costumes das gentes de Santa Marta.

Fica o convite a todos os estimados amigos. A segunda semana de Agosto é de Festa em Santa Marta. Constate você mesmo o que há de mais belo e puro nesta terra da Ribeira Lima.                      

                        Francisco Sá


 

Centro Paroquial e Social Centro Paroquial e Social de Santa Marta (Infantário,  Centro de Dia, Apoios,  Desporto,  Movimentos,    Catequese)  

     Avenida Comendador Parente Ribeiro

     4925-179 Santa Marta de Portuzelo

 


 

Grupo de Bombos de Santa Marta de Portuzelo Grupo de Bombos de Santa Marta 

     Rua de Santa Marta

     4925-104 Santa Marta de Portuzelo

 

   

 

Este Grupo nasceu em finais do ano de 1980. Actualmente conta com vinte elementos e,  quando necessário, duplica ou triplica conforme as necessidades. A deslocação de maior envergadura foi à Grupo de Bombos de Santa Marta de PortuzeloFrança, à região de Lyon.Grupo de Bombos de Santa Marta

 Várias vezes esteve em Espanha e tem percorrido Portugal de lés a lés. O Presidente do Grupo de Bombos é o Senhor Manuel Cancelo.    

 

 


 

Casa do Povo e Sede da Associação Cultural Desportiva de Santa Marta de PortuzeloAssociação Cultural e Desportiva de Santa Marta

     Sede: Casa do Povo

     Rua de Santa Marta de Portuzelo

     4925-104 Santa Marta de Portuzelo

     

Era o dia um de Setembro de 1976. Nessa noite, na sede da Junta de Freguesia, um numeroso grupo de santamartenses, na sua maioria jovens, reunidos em Assembleia Geral, fundava a Associação Cultural e Desportiva de Santa Marta de Portuzelo e aprovava os seus estatutos.      Aos três dias de Outubro de 1977, no Cartório Notarial de Ponte de Lima, era registada oficialmente, mediante escritura pública, sendo seus outorgantes  José Magalhães, indiscutivelmente a alma da Associação nos primeiros tempos,   José Ferreira,  José Soares,  António Arieira,  José Evaristo,  José Carvalhido Videira,  Noé Rocha,  António Carvalhido,  Avelino Passos e  Albano Dias, e aos catorze dias de Janeiro de 1978 a Assembleia Geral de Sócios aprovava o seu primeiro Regulamento Geral Interno, após uma longa maratona de reuniões preparatórias do seu núcleo fundador, realizadas nas casas do Escola de FolcloreLuís Gonzaga, do José Ferreira ou na seda da Junta. Era o culminar de um longo processo e a concretização de um sonho que vinha de antes do 25 de Abril mas que começara a ganhar forma sobretudo nos anos quentes da Revolução. Por isso, a Associação é, pode dizer-se, uma conquista de Abril.  

Ao longo do Séc. XX, Santa Marta nunca fora propriamente uma freguesia acomodada. Bem pelo contrário. Viveu apaixonadamente os anos conturbados da 1ª República, período onde a luta político-religiosa em Santa Marta foi de tal modo acesa  que não escapou ao registo da imprensa da época em episódios que fariam as delícias de um romance histórico. Atravessou os anos da Ditadura, ensaiando o cooperativismo e o associativismo, experimentando o teatro e a revista, jogando futebol, primeiro no campo de Samonde, no tempo dos “pernicas” e dos denominados”criminosos”, e, mais tarde, no campo da Ínsua em tardes de maré cheia, empolgando-se com o folclore sob a maestria do Dr. Sousa Gomes, durante as décadas de 40, 50 e 60,  desafiando o regime por altura dos actos eleitorais. 

Terminado o período tutelar do Dr. Sousa Gomes, com o fim do Grupo Folclórico, um imenso vazio se apoderou da freguesia. Até que, em finais de 71, surge o grito de liberdade da Lista B ao vencer as eleições autárquicas de Outubro contra os candidatos do regime. E menos de um ano depois, Santa Marta engalanava-se de novo, retirava das arcas os seus melhores fatos e assistia ao renascimento do seu Grupo Folclórico, sob a direcção de Abílio Costa, continuando a ser o seu ex-libris fora de portas. E o interesse pelo desporto renascia também. Os jovens começavam a movimentar-se. E em 31 de Dezembro de 72 tinha lugar a 1ª Corrida de S. Silvestre de Santa Marta.

Nascida no auge do movimento associativo que percorreu o país no pós-25 de Abril e que testemunhou o desejo de participação e intervenção activa dos jovens na vida comunitária, a história da Associação Cultural e Desportiva de Santa Marta de Portuzelo é um exemplo de Escola de Folcloreperseverança e de crença nos princípios do associativismo.   

 Apoiada, desde o início, pela Junta de Freguesia, primeiro durante o longo consulado da presidência de Luís Gonzaga, também ele um dos seus fundadores, que tudo fez, desde a aquisição de terreno às tentativas para a construção de sede e instalações próprias, e, depois, pelos executivos de Carlos Antunes e Hermenegildo Costa, a Associação está sedeada na Casa do Povo desde os finais da década de oitenta, mercê da boa cooperação que tem existido por parte da sua actual Direcção.  

Ao logo destes vinte e sete anos, indiferente aos obstáculos e incompreensões que lhe foram surgindo, a Associação foi sempre um  espaço de liberdade e iniciativa. Promoveu o atletismo, o andebol, o minibasquetebol, o futebol, o ténis de mesa, o cicloturismo, a pesca desportiva, o karaté.  Pelas S. Silvestre de Santa Marta passaram, entre outros, nomes grandes do atletismo nacional, como os irmãos Dionísio e Domingos Castro, António Campos, José Negrão, Aurora Cunha, Albertina Dias, Rosa Mota e Manuela Machado, que em Santa Marta fez a primeira corrida da sua brilhante carreira de atleta. E em 1993 a Associação ganhava a  Taça da Associação de Futebol de Viana do Castelo, com a família Araújo na Direcção da Associação e na secção de futebol. Na cultura, fez e promoveu o teatro, organizou exposições, espectáculos  musicais, de convívio e de cinema, criou cursos de alfabetização de adultos, levou a população de Santa Marta a desfrutar as belezas do Lima através de passeios fluviais.   

Hoje, a Associação atravessa de novo um período de grande vitalidade, por mérito quer da sua Direcção, quer dos seus associados, cujo número não pára de crescer. Apostada, com o apoio claro da autarquia, em recuperar as instalações da Casa do Povo, a Direcção de Justino Vieira procura criar condições em termos financeiros e de infra-estruturas tendo em vista, a curto prazo, a prática regular de actividades desportivas e culturais, objectivos que há vinte e sete anos presidiram ao acto de fundação da Associação, e a sua transformação num espaço vivo de lazer, cultura e recreio. 

Com regularidade, funcionam hoje as secções de cicloturismo, de karaté, de futebol de 11 para veteranos, de futebol de 5 no Pavilhão Municipal da Escola de Santa Marta e de folclore, com a Escola de Folclore de Santa Marta, hoje com cerca de oitenta alunos, cujos responsáveis vêm desenvolvendo, há dois anos a esta parte, um projecto pedagógico extraordinário de ensino/aprendizagem das nossas danças e cantares e que conta já assinaláveis êxitos dentro e além fronteiras. 

Fiel ao espírito dos seus fundadores, a Associação Cultural e Desportiva de Santa Marta é hoje uma realidade incontornável da freguesia, um espaço  de intervenção cívica e de exercício da cidadania e o seu papel assume uma importância cada vez maior face à complexidade da vida das sociedades modernas e à emergência da cultura e da civilização do lazer. 

A.R.


       

Escola de Folclore de Santa Marta de Portuzelo

     Rua da Quinta Velha 

     4925-179 Santa Marta de Portuzelo 

 

 

Santa Marta de Portuzelo, como sabemos, é conhecida tanto nacional como internacionalmente pelos seus trajes muito coloridos, pelas suas cantigas muito próprias e pelas suas danças muito características, enfim pelo seu folclore.

Corre nas veias das suas gentes o gosto e o cultivo desta tradição que herdamos dos nossos avós e bisavós e que o  conhecido etnógrafo português Dr. Eduardo Sousa Gomes tão bem soube recolher, preservar e deixar como herança para todos nós.

Da mão deste Grande Homem, nasceram entre outros de grande valor uma geração que também iria ficar bem patente e marcada para a história do folclore desta terra. São eles o Senhor Agostinho Mendes e o Senhor Isidro Palmeira.

Foi com eles que a geração seguinte aprendeu a cantar e a dançar, em Santa Marta de Portuzelo e é graças a eles também que o folclore é motivo de grande orgulho para todos nós  Santamartenses.  

O Senhor Agostinho Mendes, pessoa de grande formação folclórica, gostou sempre de estar juntas de crianças.

E foi com a sua reforma profissional que encontrou na Escola Primária de Fonte Grossa de Santa Marta de Portuzelo, o local ideal para transmitir às gerações de agora o gosto pelo nosso folclore.

Começou então juntamente com o Senhor Isidro Palmeira a dedicar algum do seu tempo nos projectos de Área-Escola ensinando então uns pequenos passos básicos para a aprendizagem do vira e das chulas.

Dia após dia, os alunos desta escola foram adquirindo o gosto pelo folclore e mostrando vontade em aprender cada vez mais, já que não se contentavam com os pequenos passos que lhes eram ensinados, mas queriam aprender as danças famosas de Santa Marta que os seus pais e seus avós lhes falavam.                      

Com uma turma no primeiro ano na Escola Primária de Fonte Grossa-Santa Marta de Portuzelo, e durante os quatros anos de permanência dos alunos desta turma na Escola tudo se fez – aprendeu-se a dançar e até a cantar e até se fizeram pequenas actuações locais.

Chegados  ao termo do 1º ciclo , os pais e professores fizeram para eles uma festa de final de ano e de ciclo para a qual foram convidados o Senhor Agostinho e o Senhor Isidro.

Foram distribuídas as prendas do final de curso, a todos os alunos presentes e aos Senhores Professores. Era  o dia da despedida para alunos  para os professores deste ciclo, e para os “Professores” do folclore.

O Senhor Agostinho Mendes estava muito contente por estas crianças terem alcançado com êxito os seus estudos, mas também muito triste por os ver partir.

Muito comovido,  olhou para a sua frente e verificou que não havia projecto algum de continuidade para que estas crianças não perdessem para sempre aquilo que lhes foi ensinado e de que tanto gostavam.

A Senhora Professora Gloria, então  Professora destes alunos, para que este trabalho não se perdesse, sugeriu que um Grupo de Pais desse continuidade a este trabalho iniciado na Escola

 Foi então que voluntariamente se ofereceram  o Senhor Albano Martins, o Senhor Domingos Brito e o Dr. Pedro Ribeiro pais de alguns dos referidos alunos para levar por diante este Projecto de Folclore.

Convidaram os Senhores Agostinho Mendes e Isidro Palmeira para abraçar este projecto, ao que estes de imediato se prontificaram, além, claro, de dar o seu incondicional apoio ao projecto ainda existente da Área-Escola ligado ao Folclore.

Estávamos em Junho do ano de 2000 e convidamos todos os pais e as crianças para no início de Setembro, início das aulas do 2º ciclo, para uma reunião e um primeiro ensaio. Apareceram todos os que já participavam no folclore – 22 crianças. Que bom foi vê-las de novo. O Senhor Agostinho irradiava alegria.

Nós um pouco cépticos, pois surgimos de uma geração que sempre ouviu dos mais velhos que em Santa Marta o que nascia morria logo ao nascer.

Foi marcado um segundo ensaio e qual não foi o nosso espanto  verificarmos que em vez das mesmas 22 crianças, com elas muitas mais vieram! Hoje são cerca de 80.

Surgiu assim este projecto.

Foi feita uma reunião com o Senhor Noé Rocha, então Presidente da Associação Cultural e Desportiva de Santa Marta de Portuzelo cujo empenho foi determinante para que este projecto de folclore fizesse parte de uma secção desta Associação.

Da direcção, o Senhor Albano Martins sempre viveu com o folclore, mas os outros dois elementos, o Senhor Domingos Brito e o Dr. Pedro Ribeiro eram essenciais para completar tal projecto.

Mais tarde foi convidado para completar esta Direcção o Senhor Eduardo Rocha,  também  uma pessoa que sempre viveu com o folclore e que gosta muito da nossa terra..

E assim nasceu a ESCOLA DE FOLCLORE DE SANTA MARTA DE PORTUZELO.

Continuar a aprendizagem das muitas danças e cantares de Santa Marta, sempre ao som e ao ritmo da música gravada do nosso querido Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo, o qual representa o máximo de etnografia desta nossa terra.

Pertencer a uma mesma facha etária era objectivo desta Escola, e do mesmo modo todos os elementos participarem activamente nas actividades da mesma, desde o cantar, tocar e dançar, o que se tem  conseguindo.

 Na música o nosso grande mestre da concertina, Germano Carreço, ofereceu-nos o seu apoio, para que, quem com ele quisesse aprender estaria ali à sua inteira disposição e assim aconteceu.

Surgiram então para as concertinas o Paulo Vianinha então com 14 anos de idade e o Miguel Vieira com 12 anos.

No acordeão a Cláudia Ferreira, o Rui Martins, o Pedro Martins, a Ana Pereira, todos com idades entre os 11 anos e os 15 anos.

Na viola o Bonifácio Meixedo e o Diogo Rocha também com 13 anos de idade, o Rui Parente com 8 ,  tiveram como seu principal mestre o Senhor Vasco Moreira.

Nos cavaquinhos o Carlos Lourenço e o Victor Guimarães.

A dança parecia-nos a tarefa mais fácil, já que as crianças existentes tinham este como seu objectivo principal. Mas o  facto de na Escola Primária aprenderem o básico desta arte, com o que o Senhores Agostinho Mendes e Isidro Palmeira tornou este percurso bem mais acessível..

Mas é objectivo desta Escola haver continuidade e estender o conhecimento da nossa cultura popular  a todos vectores que a compõem.

E assim todas as crianças aprendem a dançar os viras e as chulas de Santa Marta de Portuzelo em todas as suas variantes..

Foram-lhes apresentadas todas as nossas cantigas e qual o nosso espanto ao vermos surgir deste Grupo vozes tão belas que a todos fazem arrepiar.

A Sara Martins e a Elisa Martins respectivamente com 10 e 11 anos de idade, na Chula de Viana e Abaixa-Tó-Serra D’Arga respectivamente nos faz lembrar nos seus velhos tempos a nossa querida Maria Rosa “Migalhas”.

A Renata Freitas, com apenas 9 anos de idade a cantar “Todos me querem” é a herdeira legítima da Cecília Lorça que tão bem a cantava e que tornou esta cantiga conhecida a nível nacional. O Grupo Coral que surgiu desta Escola constituído pelos seus elementos de tenra idade é de extrema beleza na forma como interpreta as nossas cantigas de Santa Marta.

E assim, hoje, as cercas de 80 crianças que formam esta Escola de Folclore, com idades compreendidas entre os 6 e os 14 anos, certamente não deixarão morrer a nossa cultura etno-folclórica, cabendo-lhes a responsabilidade de, quando crescerem, transmitirem aos seus filhos o que de tão belo aprenderem da nossa cultura popular.

Vários pedidos de espectáculos foram concretizados mais na expectativa de mostrar aquilo que aprendemos, em vez da espectacularidade do folclore no sentido mais comum dos outros Grupos Folclóricos.

Foram adquiridos trajes para a maioria dos elementos, pois alguns deles possuem os seus trajes próprios.

Foram também adquiridos instrumentos musicais, tais como concertinas, acordeões, violas, cavaquinhos e ferrinhos.

Estas aquisições foram fundamentais pois permitiram aos elementos o conhecimento integral dos trajes da nossa terra, bem como aos elementos mais vocacionados e com ouvido para a musica a aprendizagem das nossas melodias musicais.

Evidentemente que tudo isto originou grandes custos, os quais foram suportados pelas receitas de alguns espectáculos dados, pela boa vontade das actividades comerciais locais, Junta de Freguesia de Santa Marta, Comissão Fabriqueira, Câmara Municipal, Instituto Português da Juventude, INATEL, Governo Civil e pela população de Santa Marta no geral que acarinhou e incentivou este projecto.

Depois de todo o Grupo estar devidamente trajado foi dado a todos os elementos com pormenor a história do traje que traz vestido.

No dia 3 de Fevereiro de 2002, a nossa Escola de Folclore, a nossa Escola de Folclore apresentou uma tarde do traje com a prestigiosa colaboração do Professor José Luís Oliveira,  no Salão do Centro Paroquial de Santa Marta foi apresentado traje a traje a sua história, a sua constituição, ficando os presentes e propriamente os elementos da Escola do Folclore mais enriquecidos com o conhecimento presenteado nesta tarde.

No dia 9 de Junho de 2002, para comemorar o 1º Aniversário da Escola de Folclore de Santa Marta de Portuzelo, foi apresentado um Festival de Folclore só para Grupos Infantis. Tivemos a presença de 6 grupos, todos eles infantis, que nos deliciaram com as suas danças e cantigas muito próprias de cada região donde originavam, perante um pavilhão completamente cheio de assistência.

Participou no 1º Programa Televisivo-Olá Portugal, a ser transmitido directamente da cidade de Viana do Castelo.

De 22 a 30 de Junho, a Escola de Folclore fez uma deslocação à cidade alemã de Kiel, na qual representou o Folclore de Portugal nas festas desta grande cidade Alemã, mostrando e apresentando, em pormenor os seus trajes, nas danças e nas cantigas. Tiveram oportunidade de deliciar todos os espectadores desta cidade com todo aquele colorido e riqueza dos seus trajes e movimentação das suas danças e cantigas.

Recentemente, nos dias 19 e 20 de Dezembro de 2002, todos os elementos que constituem esta ESCOLA DE FOLCLORE, fizeram uma deslocação a Lisboa. Foi feita uma visita guiada à ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, sendo-lhes dada uma descrição muito pormenorizada sobre a história do PALÁCIO DE S.BENTO. Assistiram também a uma sessão parlamentar, com todos os elementos do GOVERNO presentes, sendo recebidos no final da sessão, pelo Senhor Ministro dos Assuntos Parlamentares Dr. Marques Mendes.

Participou no Programa de Televisão da TVI-OLÁ PORTUGAL, sendo dedicado a esta Escola de Folclore algum tempo para uma apresentação da sua história, mostrando as  danças músicas e cantigas de Santa Marta de Portuzelo.

No ano de 2003, participou em vários espectáculos. Nos dias 7,8,9 e 10 de Junho, participou em eventos de caracter etnográfico e cultural na cidade francesa de HANDAIA, geminada com Viana do Castelo desde 1998.

Foi convidada para uma deslocação a TAIWAN, no mês de Julho 2003, para participar num encontro internacional de actividades etnográficas e culturais e jogos para crianças, tendo concluído até todo o processo para a deslocação, nomeadamente viagens marcadas, mas o vírus SARS, traíu a nossa vontade e também a dos organizadores deste grande evento internacional.

Entretanto este convite mantém-se e, para o ano que vem, em 2004, partiremos para participar neste grande encontro universal de crianças.

Mais um ano passado, a Direcção desta Escola acha que todos os objectivos pré-estabelecidos foram cumpridos, muitos deles mesmo ultrapassando todas as expectativas, mas vai continuar a trabalhar para que o espírito inicialmente idealizado por esta direcção se mantenha.

Já estão traçados para o futuro iniciativas muito objectivas, sempre com a preocupação de manter vivo as nossas tradições de Santa Marta de Portuzelo principalmente nas camadas mais jovens.

Esta Escola de Folclore, com a colaboração de todos nós de Santa Marta, vai manter sempre viva uma cultura que é muito nossa e que a todos nós pertence mostrando por outras paragens o de quanto belo e rico possuímos. 

O Director  

 


 

Grupo de ciclismo do Centro Paroquial Grupo Desportivo do Centro Paroquial – ciclismo

     Avenida Comendador Parente Ribeiro

     4925-001 Santa Marta de Portuzelo

 

Nasceu em 01.01.1979 com o então Pároco, Rev. Antonino Fernandes Dias, e com o apoio de Eduardo Churchill de Amorim Barros que desde 1976 apresentava provas desportivas, que foram as primeiras pedaladas para a criação do Grupo Desportivo do Centro Paroquial de Santa Marta de Portuzelo.

O Ciclismo, em pouco tempo, toma forma. Merecem destaque especial os seguintes momentos:

1991 – criação da equipa profissional

1979 – criação do Ciclismo feminino em Portugal.

26 de Março de 1990 – 1.ª Prova, em Portugal, exclusivamente feminina.

1992 – representação nos jogos Olímpicos de “Barcelona 92” (Ana Barros).

1996 – “Atlanta 96”, Ana Barros, um honroso 23.º lugar.

           

Passados vinte e quatro anos sobre a fundação do Grupo Desportivo e  vinte e seis sobre as primeiras provas, a Secção de Ciclismo continua a pedalar e a recolher inúmeras taças e troféus para juntar às centenas que estão patentes ao público no Salão do Centro Paroquial.

Actualmente Albino Antunes é o responsável por um grupo de trabalho que prima pela organização, pelo empenho, pelo profissionalismo e, também, pela salvaguarda de um nome que capitalizou com as inúmeras vitórias conseguidas aquém e além fronteiras.

           


 

Campo de futebol do Centro Paroquial - Esc. de futebol Luciano Sousa Escola de Futebol Associação Luciano Sousa

     Avenida Comendador Parente Ribeiro 

     4925-001 Santa Marta de Portuzelo 

     Telm: 96 395 08 55

 

Quando em 22 de Julho de 2002 nasceu a Associação Escola de Futebol Luciano Sousa, com o apoio do Centro Paroquial de Santa Marta de Portuzelo  e da sua respectiva Comissão Fabriqueira, estávamos longe de imaginar que esta “escolinha de futebol” movimentasse tantos alunos, participasse e organizasse tantas actividades de diferente cariz, numa palavra, alcançasse este dinamismo e este sucesso.

Foi sempre intenção desta agremiação, proporcionar em primeiro lugar uma actividade desportiva, neste caso o futebol, a todos quantos entendessem ser esta uma actividade salutar na sua formação e crescimento, ocupando o corpo e os espírito sadiamente, em detrimento de outras ocupações mais negativas a que os jovens de hoje estão expostos. No entanto, é bom não esquecer que este objectivo primeiro alicerça-se em outros de igual importância, como são, por exemplo, a formação social, o ganhar competências para que a convivência com os demais, sejam amigos, familiares ou outros das suas relações, se possam fortalecer e ser cada vez mais orientadas no sentido do respeito mútuo e sã convivência.

Esperado era também que não descurassem a sua actividade principal, o que neste caso está relacionado com a sua actividade académica, uma vez que só a frequência e o aproveitamento escolar são garantias essenciais para o sucesso pessoal e o futuro dos jovens. O desporto, a família, e os demais contextos que a criança se insere são, e assim deverá ser sempre entendido, como complementos (também importantes) à sua formação e desenvolvimento.

E a freguesia de Santa Marta de Portuzelo, oferecia jovens, vontade, oportunidade e infra-estruturas para que a “escolinha” nascesse. Começou com cerca de 30 crianças, acabando a época como a segunda agremiação desportiva do distrito e Viana do Castelo a participar nos respectivos campeonatos distritais de futebol de sete com 2 equipas em escolas (crianças dos oito aos dez anos), duas em infantis (com 11 a 13 anos) uma em iniciados e outra em juvenis.

E se num primeiro ano de competição os resultados desportivos seriam secundários, pese embora a qualidade de muitos atletas o balanço final é excepcional, uma vez que tivemos uma equipa vice campeã distrital, dignificando as restantes pelo seu comportamento e orgulho em representar um clube de Santa Marta, o campeonato em que participaram.

Descrever as imensas actividades em que estivemos envolvidos seria fastidioso, mas não queremos deixar de apontar algumas, pelo seu significado.

Fomos convidados e participamos em jornadas internacionais, como é exemplo o Torneio Alltifoot em Font-Romeu (França), na 3ª edição da Vigo-Cup que movimenta mais de 3500 atletas durante uma semana em Vigo – Espanha, e ainda em jornadas ibéricas realizadas em Cangas/Vigo. Estivemos representados em torneios, como foi o caso de Barcelos (este internacional), Braga, Guimarães, Marinhas, Cantanhede, Vila da Feira, Maia, Taipas, Arcos de Valdevez, etc,etc..

Organizamos também nós jornadas desportivas, uma vez que somos a única equipa distrital inscrita na Associação Nacional de Escolas de Futebol- A.P.E.F. - proporcionando assim muitos joguinhos aos nossos miúdos de 6, 7 anos, bem como a todos os outros atletas que não tendo possibilidades de integrar as equipas que disputavam os campeonatos distritais, tinham nestas jornadas a oportunidade de participar e conviver.

Tivemos a honra de ser convidados pelo Sporting Club de Portugal a visitar o seu Centro de Estágio em Alcochete, fazer com jogo com a sua equipa de Iniciados que participa no Campeonato Nacional. Fomos ainda convidados, num total de 190 pessoas  que compunha a nossa comitiva entre aletas, dirigentes, pais e acompanhantes, a assistir a uma jornada do Super Liga Portuguesa (Sporting-Beira-Mar) aproveitando ainda este fim de semana de 25,26 e 27 de Abril para jogar na Pontinha com a Escola de Futebol Paulo Sousa e ainda de disputar alguns jogos com o Estrela da Amadora.

Também a convite expresso do Celta de Vigo tivemos a oportunidade de assistir a um jogo da Liga Espanhola, (Celta de Vigo-Bétis de Sevilha) tendo para o efeito deslocado cerca de 130 pessoas a Espanha no passado dia 13 de Abril de 2003.

Para além de proporcionar aos nossos atletas estas experiências, realizamos também nós outras actividades, que englobam entre outras, a realização de uma jornada de formação intitulada “Como Estudar”, facultando aos participantes algumas competências para melhor aproveitarem o seu tempo dedicado ao estudo, a realização pela primeira vez no distrito de Viana do Castelo de um  Seminário de Futebol, cujo tema da “Formação à Alta Competição” contou com oradores de renome como foram os casos do Prof. Rui Quinta, Prof. Rui Oliveira, Prof. Rui Pacheco, Mestre José Neto e Jorge Silvério e ainda dos treinadores Carlos Carvalhal e Luís Campos.

Não podemos também esquecer os jantares de Natal e de fim de época que reuniram mais de 240 convivas em sã convivência e cuja representação das entidades oficiais do distrito muito nos honrou.

Os nossos torneios Internacionais do Natal, Páscoa, realizado no “complexo desportivo Manuela Machado” com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Associação de Futebol de Viana do Castelo e Cruz Vermelha Portuguesa, bem como o de fim de época, este realizado com o apoio do Centro de Estágio de Melgaço e da respectiva Câmara Municipal, dos Bombeiros Municipais, delegação da A.P.P.A.C.D.M. de Melgaço e da Escola de Pomares na pessoa do seu presidente, foram momentos altos que não devemos esquecer, tendo em média participado cerca de 650 atletas em cada edição, em representação de muitas equipas de renome a nível nacional, como foi o caso do Benfica, Estrela da Amadora, Guimarães, Penafiel, Boavista, Moreirense, Leixões, entre outros, como são os casos das “escolinhas” 115, Fernando Pires, Rosa Náutica da Figueira da Foz, Marinhas, etc, etc, com as quais mantemos as melhores relações de amizade, sem esquecer as equipas espanholas do Alondras e Bouzas.

Felizmente, e aqui não podemos deixar de enaltecer e agradecer, o apoio que temos recebido de várias entidades oficiais, como é o caso da Associação de Futebol de Viana do Castelo, das Câmaras Municipais de Viana do Castelo e de Melgaço, do Governo Civil, das delegações do Instituto Português da Juventude e do Instituto Nacional do Desporto, das Junta de Freguesia de Santa Marta de Portuzelo, Meadela, Santa Maria Maior, Monserrate, e São Salvador da Torre e de inúmeros apoios de entidades privadas e de pequenas e médias empresas do distrito.

Por fim um bem haja ao Centro Paroquial de Santa Marta  de Portuzelo bem como aos pais dos nossos atletas, uma vez que sem eles e o seu apoio incondicional a este projecto, muito do que alcançamos não teria sido possível.

Os seus filhos agradecem e nós curvamo-nos perante tamanho apoio, espírito de sacrifício e colaboração.

 Santa Marta de Portuzelo começa a ser uma referência no panorama desportivo e lúdico/social/educacional do distrito.

Que a nossa contribuição, com a ajuda de todos e de todas as instituições da freguesia faça crescer estas oportunidades de crescimento e desenvolvimento salutar e harmonioso das nossas crianças.

 


 

Fanfarra de Guias e Escuteiros

     Centro Paroquial

     4925-001 Santa Marta de Portuzelo

 

A Fanfarra de Guias e Escuteiros do Centro Paroquial de Santa Marta de Portuzelo, foi o resultado de uma conversa de amigos ligados ao movimento Guidista e Escutista e teve como objectivo a angariação de fundos para a manutenção dos referidos Agrupamentos.

Pelo empenho que dedicaram ao projecto desde w primeira hora, é justo destacar dois nomes que ficarão certamente ligados à sua história: D. Fátima Fraga e Sr. Raimundo.

Durante vinte e cinco noites, um grupo de jovens percorreu a  freguesia para conseguir a verba necessária para a aquisição dos primeiros instrumentos. A primeira actuação pública foi a 23 de Fevereiro de 1997, com a colocação de galhardetes e bênção da fanfarra pelo Reverendíssimo Pároco Valdemiro Barreiros Domingues.

A primeira actuação fora da freguesia foi em Serreleis, com uma brilhante participação na Festa de S. Pedro. Por exigência do mercado as suas actuações alargaram-se a outras localidades contando com três participações na Covilhã, mais correctamente duas em Tortosendo e uma em Boidobra, onde foram brindados com fortes aplausos.

Em Janeiro de 2002, decidiram os movimentos  Guidista e Escutista dar outro rumo à Fanfarra em termos organizacionais e em estreita colaboração com o Pároco local, convidaram um grupo de Santamartenses a liderar uma direcção.

Esta direcção ficou assim constituídas pelos seguintes elementos;

Presidente: Manuel Lima; Tesoureiro: Vítor Calçada; Secretária: Alzira Cunha; tendo como vogais, um elemento indigitado pelo movimento Escutista e outro pelo movimento Guidista. Esta direcção tomou posse em Fevereiro de 2002 com um mandato de 3 anos. 


 

Grupo Folclórico da Casa de Santa Marta de Portuzelo em Paris

     Paris

     França

 

A primeira edição do Festival "Folk en Seine"

 

O Grupo Folclórico da Casa de Santa Marta de Portuzelo em Paris organizou no passado 3 de dezembro de 2006, a primeira edição do seu festival "Folk en Seine" em pleno coração da capital francesa no bairro do Marais. O público acorreu numeroso para assistir ao espectáculo, mostrando-se entusiasmado pela qualidade do programa.
O festival contou com a presença de 8 grupos, nos quais 5 grupos representantes de diferentes regiões portuguesas, 2 grupos estrangeiros, um da Galicia e outro francês e o grupo anfitrião que se apresentou pela primeira vez em público.
O festival teve um grande sucesso e o Grupo  folclórico da Casa de Santa Marta de Portuzelo em Paris fechou o festival com chave d'ouro levando bem alto o folclore santamartense. O público e todas as entidades presentes como a Coordenadora da Cultura do Consulado Geral Português em Paris assim como o conselheiro técnico da Federação do Folclore Português em França pelo Alto
Minho elogiaram a organização do festival e a actuação do grupo da Casa de Santa Marta de Portuzelo em Paris que apresentou as danças, as cantigas e os trajes de Santa Marta de Portuzelo com muita qualidade.
Destacamos que foi com muita coragem e trabalho que o grupo conseguiu num ano formar elementos que nunca tinham dançado em grupos folclóricos e as pessoas deram coragem a este grupo "recém nascido"para continuar os esforços mas  que a primeira representação jà é o "espelho" da qualidade presente e o futuro parece ser prometedor. Foi notório o
esforço de todos os que estiveram em palco a representar condignamente o património santamartense.

A directora do Grupo Folclorico da Casa de Santa Marta de Portuzelo em Paris,
Ana Maria Costa.

 

      

            Fonte Consultada: Textos e fotos cedido pela Junta de Freguesia


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