|

PORTUGAL: ALTO MINHO - DISTRITO DE VIANA DO CASTELO - CONCELHO
DE VIANA DO CASTELO - FREGUESIA DE MONSERRATE
TOPONÍMIA DA FREGUESIA |
|
 |
LARGO 9 DE ABRIL
Largo anteriormente designado
Largo de Monserrate, embora com menos área, mas que ao ser demolida a
antiga Igreja de Monserrate, em 1916, ficou com o espaço actual e a
denominar-se Largo 9 de Abril.
O seu topónimo presta homenagem à participação portuguesa na I Grande
Guerra, especialmente todos aqueles (entre os quais muitos vianenses
integrados na heróica Brigada do Minho) que lutaram e morreram na
célebre Batalha de La Lys,França, travada nesta data no ano de 1918. No topo Nascente deste largo
fica o edifício datado de 1790, que serviu de quartel desse corpo
militar que pertencia ao Regimento de Infantaria 3 e por fim, até 1978,
do Batalhão de Caçadores 9. Actualmente as suas instalações são ocupadas
pelo Centro Académico do Instituto Politécnico.
No centro deste Largo 9 de Abril está erigido o Monumento ao Soldado
Desconhecido também conhecido como Monumento aos Mortos da Grande
Guerra. |
|
 |
AVENIDA 25 DE ABRIL
Esta importante via, integrada na Estrada
Nacional 13, que abrange a freguesia de Santa Maria Maior e a Freguesia
de Monserrate, foi aberta ao trânsito em 1949, com a denominação de
Avenida Salazar. Após a Revolução dos Cravos de 1974, passou a chamar-se
Avenida 25 de Abril, em homenagem ao movimento revolucionário militar
que pôs termo ao regime totalitário e abriu caminho à implantação da
democracia em Portugal. Os dois viadutos rodoviários desta Avenida (um
em cada freguesia) sobre os quais estão colocadas rotundas com vistosas
fontes luminosas a ornamentar, foram inaugurados em 29 de Junho de 1996. |
|
 |
VIELA DA ÁGUA
Típica ruela característica da
Ribeira, um pouco desnivelada, que se estende por dois lanços com alguns
espaços bastante estreitos, desde a Rua da Altamira até à Rua do Marquês.
O seu topónimo, tal como o nome o diz, é devido a nela, antigamente,
escorrer muita água. |
|
 |
RUA ALBERTO DE SOUSA
Rua da Urbanização de
Monserrate, entre a Rua do Sport Clube Víanense e a Rua do Senhor do
Socorro, esta já pertencente à freguesia de Areosa. Esta artéria confere
homenagem a Alberto de Sousa, desenhador, aguarelista e ilustrador,
nascido em Lisboa em 1880 e falecido na mesma cidade em 1961. Autor de uma
vastíssima obra, não só como aguarelista mas também como ilustrador. nos
seus trabalhos sobre o trajo, tradições e costumes portugueses, deu
principal destaque à região de Viana do Castelo, cidade que nutria
especial carinho e onde expôs as suas obras diversas vezes. |
|
 |
RUA ALEIXO QUEIRÓS RIBEIRO
Rua da Urbanização de
Monserrate, entre a Rua Sport Clube Vianense e a Rua dos Sobreiros, a
consagrar o escultor Aleixo de Queirós Ribeiro que viria a ser Conde de
Santa Euiália, nascido em Refoios, Ponte de Lima, em 1868 e falecido na
mesma terra em 1917. Escultor bastante conceituado, expôs em Paris e
diversas outras cidades do Mundo ostentam obras da sua autoria. Para Viana
do Castelo executou a inolvidável estátua de bronze do Sagrado Coração de
Jesus, inaugurada em 1898, que se admira no altar exterior do Templo-
Monumento de Santa Luzia. |
|
 |
RUA DA ALTAMIRA
Artéria da Ribeira, com
princípio no Largo Amadeu Costa e fim no Largo de S. Domingos. O seu
topónimo é devido ao facto de nela ter residido, no início do século XVI,
o Conde de Altamira, então um dos grandes vultos de Espanha, quando esteve
refugiado. |
|
 |
ALAMEDA JOÃO ALVES
CERQUEIRA
Ampla alameda de duas vias,
com duas faixas de rodagem cada e separador central, com início na Avenida
do Campo do Castelo e fim na Praça da Liberdade. Este topónimo consagra a
memória do brilhante empresário João Alves Cerqueira, nascido em Viana do
Castelo em 1886 e aqui falecido em 1996. Grande exportador de madeiras,
comercializava em avultada escala sal e figos e também investiu em Angola.
No entanto, referenciou-se, acima de tudo, pelo seu dinamismo na gestão da
Empresa de Pesca de Viana e como fundador dos Estaleiros Navais de Viana
do Castelo. Apesar do seu sucesso no mundo dos negócios, distinguiu-se
como o maior benemérito que os vianenses e as instituições de
solidariedade social da cidade conheceram no século XX. Além disso, foi o
maior benfeitor da construção do Templo-Monumento do Sagrado Coração de
Jesus, em Santa Luzia. |
|
 |
LARGO AMADEU COSTA
Pequeno largo da Ribeira,
entre a Rua da Altamira e o Largo Vasco da Gama a consagrar a ilustre
figura vianense Amadeu Costa, nascido em 1920 e falecido em 1999. Este
largo chamava-se anteriormente Largo da Altamira, mudou o nome em Junho de
2000. Decorador e etnógrafo de grande sensibilidade artística, com o seu
espírito aberto, a sua inata simpatia, a sua admirável comunicabilidade,
tolerância e humildade, fizeram de Amadeu Costa uma personalidade muito
considerada e respeitada. Aureado do estatuto de distinto artista quer no
campo da decoração quer na etnografia, foram inúmeras as actividades
desenvolvidas e promovidas por Amadeu Costa em prol da preservação dos
costumes, das tradições e da cultura regional. Por isso, este topónimo
evoca para a posteridade um dos vultos mais significativos e interventivos
da sociedade vianense e um dos devotados e dedicados servidores de Viana
do Castelo. |
|
 |
AVENIDA DE ANGOLA
Avenida da zona da Praia
Norte, entre a Rua Dr. Pedro Barbosa e a Rua de Moçambique, já pertencente
à freguesia de Areosa. Este topónimo é uma homenagem à República Popular
de Angola, país irmão de língua portuguesa, da África austral, à beira do
Atlântico, que sendo detentor de grandes riquezas naturais, de um
vastíssimo potencial agrícola e de um rico sector de pescas, é hoje um
grande país e com um grande futuro. |
|
 |
RUA DO ANJINHO
Arruamento com início na Rua
de Santa Clara e fim na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, já na
freguesia de Santa Maria Maior. Tudo leva a crer que este topónimo terá
sido assim atribuído por nesta rua ter existido alguma imagem de um anjo
que, com o decorrer dos anos terá sido demolido. |
|
 |
TRAVESSA ANTÓNIO MOUTINHO
Rua das Ursulínas, com
princípio na Rua de S. José e fim na Rua dos Sobreiros. O topónimo desta
rua evoca a figura do Arquitecto António Adelino de Magalhães Moutínho,
arquitecto municipal, que foi pioneiro dos trabalhos de valorização da
estância de Santa Luzia. Faleceu a 3 de Junho de 1912. |
|
 |
VIADUTO ANTÓNIO SANTOS
O Viaduto António Santos, É
uma passagem para peões desnivelada, situada na zona da Cancela de Areosa,
para atravessar a Avenida 25 de Abril. António Santos (1924 - 1992)
democrata, árduo e corajoso lutador contra o regime ditaturial, foi
Vereador da Câmara Municipal de Viana do Castelo, responsável pelo Pelouro
de Trânsito de 1980 a 1982. |
|
 |
RUA DO ASSENTO
Pequeno arruamento da zona
histórica, com princípio na Praça General Barbosa e fim na Rua do Penedo.
Este topónimo refere a senhorial Casa do Assento que lhe fica fronteira,
edificada em 1760, pelo Vedor Geral da Província do Minho, Manuel Bento
Brochado, mas que, com a instalação da linha do Caminho-de-Ferro, no
século XIX, ficou dividida por esta via, embora desde Março de 2006,
esteja ligada através de um viaduto subterrâneo para passagem de peões. |
|
 |
VIADUTO DO ASSENTO
O Viaduto do Assento é uma
passagem pedonal desnivelada, situada entre a Rua do Assento e a Rua de S.
José, precisamente em frente à nobre Casa do Assento. Entrou em actividade
em Março de 2006. Com a sua construção, acabaram definitivamente todas as
passagens de nível da linha do Caminho-de-Ferro na cidade. |
|
 |
AVENIDA DO ATLÂNTICO
Ampla avenida com princípio na
Rua de Monserrate e fim na Praia Norte, construída em 1975. Esta artéria
tem o nome do Oceano Atlântico que lhe fica fronteiro, ao qual a cidade de
Viana do Castelo está ligada, pelas suas profundas tradições marítimas e
piscatórias. |
|
 |
RUA BERNARDO ABRUNHOSA
Artéria das Ursulinas, entre a
Rua de Santa Teresa e a Rua de S. José. Este topónimo perpetua a memória
do engenheiro e empresário Bernardo Pinto Abrunhosa, natural do Porto,
cujo nome ficou ligado a Viana do Castelo a partir de 1918, como
Presidente da Confraria de Santa Luzia e Presidente da Comissão de
Melhoramentos que empreendeu as grandiosas obras de construção do
Templo-Monumento do Sagrado Coração de Jesus, em Santa Luzia. A Abrunhosa
se ficou a dever também a conclusão e abertura do Hotel de Santa Luzia em
1921, e à instalação do Elevador de Santa Luzia, inaugurado em 2 de Junho
de 1923. Bernardo Abrunhosa faleceu em 1925. |
|
 |
AVENIDA BATALHÃO CAÇADORES
9
Arruamento da zona histórica,
com início na Avenida General Humberto Delgado e sem saída. Este topónimo
presta homenagem, desde Dezembro de 1974, ao Batalhão Caçadores 9, que
esteve em actividade até 1978 e foi o último regimento militar aquartelado
em Viana do Castelo. Esta distinção deve-se ao facto de o Batalhão
Caçadores 9, ter tomado parte activa na revolução do 25 de Abril de 1974,
que derrubou o regime ditaturial então vigente e concedeu a democracia a
Portugal. |
|
 |
AVENIDA DO BRASIL
Atractiva artéria ao longo da
marginal da Praia Norte, desde a Avenida do Atlântico até ao entroncamento
da Rua de S. Tomé e Príncipe e a Rua de Moçambique, estas duas artérias já
pertencentes à freguesia de Areosa. Esta airosa e concorrida avenida da
beira-mar é uma homenagem ao Brasil, esse grande e maravilhoso país de
língua portuguesa do outro lado do Atlântico. |
|
 |
AVENIDA DE CABO VERDE
A Avenida de Cabo Verde fica
situada ao longo da Praia Norte, desde a Avenida do Atlântico até à Praça
de Timor junto da Praia do Coral. Esta artéria, no seu troço inicial
comporta atractivos equipamentos de lazer e restauração e, seguidamente,
uma mini zona industrial de pequena dimensão. O seu topónimo presta
homenagem ao arquipélago de Cabo Verde, deslumbrante país insular do
Atlântico de língua portuguesa, que se tomou independente em 5 de lulho de
1975. |
|
 |
RUA DO CAMINHO VELHO
Rua das Ursulinas, com início
na Rua dos Sobreiros e termo no monte de SantaLuzia. O seu nome refere o
multissecular caminho pedonal, antigamente muito utilizado, porque era o
caminho mais directo para vila, e mais tarde da cidade, se dirigir ao cimo
do monte de Santa Luzia. |
|
 |
RUA DO CAMPO DA AREIA
Rua da Urbanização de
Monserrate, com início na Rua Cidade de Riom e fim na Rua de Ourense. Este
topónimo refere o Campo da Areia, assim conhecida esta rua, desde há
muitos anos, bem assim como o pequeno bairro residencial que lhe fica
pegado. |
|
 |
AVENIDA DO CAMPO DO CASTELO
Avenida da Ribeira, com início
na Praça General Barbosa e fim na Alameda João Alves Cerqueira. Este
topónimo faz referência ao amplo campo que ladeia esta artéria que tem no
seu topo Sul o Castelo de Santiago da Barra, situado sobre a foz do rio
Lima e que tão ligado está à honrosa história de Viana do Castelo. |
|
 |
CAMPO DO CASTELO
Vasto campo da Ribeira,
situado a ladear a Avenida Campo do Castelo no espaço compreendido entre a
Avenida da Praia Norte e a Rua dos Mareantes. O seu topónimo refere-se ao
histórico Castelo de Santiago da Barra que lhe fica no topo Sul. |
|
 |
RUA CAROLINO RAMOS
Rua da Urbanização de
Monserrate, com início na Rua Cidade de Riom e sem saída viária. O seu
topónimo presta homenagem ao pintor e artista vianense Carolino Ramos
(1897-1961), que tão bem soube fixar as belezas de Viana do Castelo e os
perfis das gentes desta terra do Alto Minho. Foi professor na Escola
Industrial e Comercial de Viana do Castelo. Deixou obra valiosa que hoje
faz parte do património artístico desta cidade e da sua região. Os seus
trabalhos de pintura e desenho estão representados em inúmeras colecções
públicas e particulares. |
|
 |
LARGO DA CIDADE DA BAÍA
Largo da Urbanização de
Monserrate, com princípio e fim na Rua da Cidade de Riom. Este topónimo é
uma homenagem à cidade da Baía, no Brasil, que na realidade é o nome dado
tradicionalmente à cidade de S. Salvador, capital do Estado da Baía, que
nos séculos XVII e XVIII teve forte ligação comercial de vários produtos
com Viana, em especial o açúcar. |
|
 |
RUA CIDADE DE RIOM
Artéria da Urbanização de
Monserrate, com princípio na Rua de S. José e fim na Areosa. O seu
topónimo presta homenagem à bonita cidade francesa de Riom que
institucíonalmente está geminada com a cidade de Viana do Castelo. |
|
 |
RUA CIDADE DO RECIFE
Artéria da Urbanização de
Monserrate, com princípio na Rua Cidade de Riom e fim na Rua de Lencastre.
Este topónimo presta homenagem à cidade do Recife, capital do Estado de
Pernambuco, Brasil, que teve forte ligação comercial com Viana. |
|
 |
AVENIDA CONDE DA CARREIRA
Avenida da zona histórica, com
princípio na Avenida General Humberto Delgado e fim na Rua dos Bombeiros,
já na freguesia de Santa Maria Maior. Esta Avenida chamou-se antigamente
Largo do Corpo da Guarda, e depois, Rua da Carreira mas ao ser alargada em
1881, passou a denominar-se Avenida Conde da Carreira. O seu topónimo
consagra Luís António de Abreu e Lima (1787-1871), Conde da Carreira.
Formado em Direito, foi diplomata e poeta. Recebeu as mais altas
condecorações honoríficas em Portugal e no estrangeiro. |
|
 |
RUA CÓNEGO DOMINGOS BORLIDO
Artéria da Ribeira, construída
em 1891, entre a Praça General Barbosa e a Rua Frei Bartolomeu dos
Mártires. Chamava-se Rua Tenente Valadim, mudou em Junho de 2000, para Rua
Cónego Domingos Borlido, nascido em 1875 e falecido em 1946, venerando
sacerdote, cuja vida pastoral foi modelo de humildade e caridade e que se
notabilizou como pároco e benfeitor de Monserrate e grande amigo dos
pescadores. |
|
 |
LARGO DOS CRÚZIOS
Pequeno largo da zona
histórica, a ladear a Avenida Conde da Carreira e sem saída. O seu
topónimo refere o antigo Convento dos Crúzios de S. Teotónio, dos Cónegos
Regrantes de Santo Agostinho, que esta artéria lhe dava acesso, começado a
construir em 1631, sendo os frades nele instalados em 1642. No entanto, o
seu edifício e a igreja anexa nunca foram acabados, e em 1767, foi o
convento extinto. Em 1877, foi demolido para dar lugar ao conjunto de
linhas da estação do Caminho-de-Ferro, dele não restando hoje qualquer
vestígio. |
|
 |
RUA D. AMÉLIA DE MORAIS
Rua da zona da Senhora da
Agonia, com início na Rua de Monserrate e fim na Avenida 25 de Abril. Esta
artéria foi mandada construir a expensas de Domingos José de Morais,
grande e generoso benemérito da cidade de Viana do Castelo que, prestou
assim, preito de homenagem à sua esposa D. Amélia, pelo que ostenta o seu
nome na placa toponímica. |
|
 |
RUA D. MOISÉS ALVES DE
PINHO
Artéria das Ursulinas, com
início na Avenida 25 de Abril e fim na Rua dos Sobreiros. O missionário D.
Moisés Alves de Pinho, Bispo de Angola e Arcebispo de Luanda, nascido em
1883 foi o grande restaurador e impulsionador, em Portugal, do
recrutamento de Missionários voluntários para Angola. Em 1932, foi sagrado
em Viana do Castelo na Igreja dos Santos Mártires Vianenses (vulgo Igreja
das Ursulinas) antes de regressar a Angola para continuar a sua missão
junto do povo que sempre ajudou e prestou apoio. |
|
 |
RUA DOMINGOS JOSÉ DE MORAIS
Artéria das Ursulinas, entre a
Rua de S. José e a Avenida 25 de Abril. O seu topónimo perpetua a memória
do empresário e grande benemérito vianense nascido na Areosa em 1846 e
falecido em Lisboa em 1903, Domingos José de Morais. O sucesso empresarial
de Domingos José de Morais permitiu-lhe obter grande fortuna que serviu
também para com ela beneficiar pobres, órfãos e desamparados, tanto de
Lisboa como de Viana do Castelo. Nesta cidade comprou o edifício do antigo
Convento do Carmo que ofereceu às Oficinas de S. José, fez obras
importantes no antigo convento das Carmelitas para aí se instalarem as
Meninas Órfãos e Desamparadas, reedificou o antigo Convento das Ursulinas
para nele fundar uma escola primária que manteve inteiramente à sua custa
e despendeu avultadas verbas para a sustentação de asilos, creches e lares
de idosos. Além disso, muito contribuiu para a valorização da estância de
Santa Luzia. |
|
 |
RUA EMÍDIO LIMA
Armamento das Ursulinas, com
início na Rua dos Sobreiros e fim no monte de Santa Luzia. O seu topónimo
presta homenagem ao consagrado mestre canteiro Emídio Pereira Lima, que
nasceu na freguesia de Vila de Punhe, Viana do Castelo em 1898 e faleceu
em 1984. Autor de valiosa produção escultórica Emídio Lima foi também
orientador da construção de importantes obras arquitectónicas, quer na
Galiza, quer em Angola, mas muito especialmente na região de Viana do
castelo, entre as quais há a salientar o Templo-Monumento de Santa Luzia,
devotado ao Sagrado Coração de Jesus. |
|
 |
RUA ESCOLA INDUSTRIAL E
COMERCIAL
Artéria da zona da Cancela de
Areosa, entre a Rua de Monserrate e a Avenida do Atlântico. Este topónimo
é devido a esta rua contornar a Escola Secundária de Monserrate,
inaugurada em 20 de Junho de 1964, unidade de ensino que foi a sucessora
da emblemática Escola Industrial e Comercial de Viana do Castelo. |
|
 |
RUA DA ESCOLA INDUSTRIAL E
COMERCIAL DE NUN'ÁLVERES
Artéria da zona histórica,
entre a Rua Cónego Domingos Borlido e a Rua de S. Tiago. O seu topónimo
refere a antiga Escola Industrial e Comercial de Viana do Castelo,
instalada no Palacete Rego Barreto que ladeia esta rua, predecessora da
actual Escola Secundária de Monserrate, onde tantos ilustres víanenses
leccionaram e largos milhares de alunos estudaram. Esta emblemática
unidade de ensino foi criada em 13 de Junho de 1888, com o nome de Escola
de Desenho Industrial. Posteriormente, passou a Escola Industrial e
Comercial de Nun'Álvares e, mais tarde, Escola Industrial e Comercial de
Viana do Castelo até que, finalmente, em 1979, foi-lhe atribuída a
designação actual de Escola Secundária de Monserrate. |
|
 |
RUA DOS ESTALEIROS
Armamento da zona da Senhora
da Agonia, entre a Avenida da Praia Norte e os Estaleiros Navais de Viana
do Castelo. Este topónimo presta homenagem a esta importante unidade
industrial, fundada em 1944, que ao longo de todos estes anos, muito tem
contribuído para o desenvolvimento sócio - económico de Viana do Castelo e
de toda a sua região. |
|
 |
VIADUTO FELIPE FERNANDES
O Viaduto Felipe Fernandes, é
uma artéria pedonal sob a Avenida 25 de Abril, entre a Portela de Cima e a
zona das Ursulinas. Felipe Fernandes (1912 - 1992) distinguiu-se como
notável jornalista e ilustre director, durante 42 anos, do jornal de
nobres tradições literárias 'A Aurora do Lima". Por ironia do destino,
Felipe Fernandes faleceu em 23 de Outubro de 1992, em consequência de um
acidente de viação ao atravessar a Avenida 25 de Abril, precisamente neste
local onde depois se construiu este viaduto, sendo então vítima da
insegurança de tráfego que, ao tempo, se verificava naquela via, situação
para a qual tantas vezes alertara as autoridades. |
|
 |
RUA FREI BARTOLOMEU DOS
MÁRTIRES
Artéria da Ribeira, com início
na Avenida Campo do Castelo e fim na Rua Gois Pinto, construída entre 1888
e 1892. O seu topónimo consagra a veneranda figura do pastor e do santo
Frei Bartolomeu dos Mártires (1514-1590) que foi virtuoso Arcebispo desde
1559 a 1582. Nesta data, no fim de um pontificado cheio de realizações
retirou-se para Viana, terra que amorosamente escolheu para viver
humildemente os seus últimos anos. Aqui morreu em profundo sentimento de
santidade, no Convento de S. Domingos, que ele próprio mandara construir,
e na sua igreja está sepultado, ainda hoje, rodeado da veneração do povo
que sempre o considerou Santo pelas suas virtudes e milagres efectuados
por estas terras de Viana. |
|
 |
PRAÇA GENERAL BARBOSA
Praça da zona histórica, entre
a Rua de Monserrate e a Rua Escola Industrial e Comercial de Nun'Álvares.
Chamava-se antigamente Campo da Penha, por aí então se situar uma capela
dessa invocação, que foi demolida em 1811. Depois, em comemoração da
visita da Rainha D. Maria II, em Maio de 1852, passou a denominar-se Campo
ou Jardim de D. Fernando (em homenagem ao rei consorte). Finalmente, em
1928, ficou com o topónimo de Praça General Barbosa para evocar o
Comandante da Brigada do Minho que na 1a Grande Guerra, ficou famosa pela
sua heróica participação na célebre batalha de La Lys, em França, ocorrida
em 9 de Abril de 1918. |
|
 |
AVENIDA GENERAL HUMBERTO
DELGADO
Artéria da zona histórica,
entre a Avenida Conde da Carreira e a Avenida 25 de Abril. Primitivamente
denominava-se Avenida Américo Tomás, mudando de nome em Dezembro de 1974.
O General Humberto Delgado nasceu em Torres Novas em 1906 e morreu em
1965. Em 1958 candidatou-se pela oposição democrática à Presidência da
República, tendo recebido por todo o país um entusiástico apoio popular.
Demitido das Forças armadas, pediu asilo político na embaixada do Brasil.
Em 1961 orientou o assalto ao paquete «Santa Maria». Em Dezembro de 1961
entrou clandestinamente em Portugal. Depois do Brasil, viveu na
Checoslováquia e na Argélia. Foi assassinado pela PIDE perto de Badajoz,
Espanha. |
|
 |
RUA GENERAL LUÍS DO REGO
Artéria da zona histórica,
entre a Rua Escola Industrial e Comercial de Nun'Álvares e a Rua Cândido
dos Reis. Construída em 1526, inicialmente com o nome de Rua da Lama,
passou depois a chamar-se Rua das Rosas e, finalmente Rua General Luís do
Rego. O seu topónimo presta homenagem ao General Luís do Rego Barreto, que
foi 1° Visconde de Geraz do Lima, nascido em Viana em 1777 e falecido
nesta mesma terra em 1840 e que viveu e morreu no imponente edifício
historicamente conhecido pelo seu nome - Palacete Rego Barreto - situado
precisamente na esquina do topo Poente desta rua. |
|
 |
RUA GIL EANNES
Moderna rua situada na zona da
Urbanização de Monserrate, com início na Rua de S. José e sem saída. O seu
topónimo é um tributo ao emblemático navio-hospital «Gil Eannes»,
construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, em 1955. Este
singular navio teve a particularidade de ser o único navio-hospital do
Mundo, a prestar apoio à frota bacalhoeira nos mares da Gronelândia e da
Terra Nova. Depois, cumprida essa nobre missão ao serviço dos pescadores,
foi resgatado da sucata por um vasto movimento popular e algumas
instituições lideradas pela Câmara Municipal de Viana do Castelo que, o
recuperou com o fim de ser atracado nesta cidade e constiuir um pólo
turístico aprazível, confortável pousada e núcleo museológico. E a verdade
é que o sucesso nestas vertentes tem sido de tal ordem que, pelo número
impressionante de visitantes, constitui hoje um dos principais factores de
atractividade da cidade. |
|
 |
RUA GÓIS PINTO
Artéria da Ribeira, com início
no Largo de S. Domingos e fim na Alameda João Alves Cerqueira. Antigamente
chamava-se Rua de S. Domingos até que em 1889 foi alargada e passou a
evocar o engenheiro Ernesto Júlio Gois Pinto. Nascido em Tavira em 1842, o
Eng. Gois Pinto, casou em Viana do Castelo em 1873 e morava na Rua Manuel
Espregueira. Foi Deputado pelo círculo de Viana do Castelo e Director das
Obras Públicas por este distrito. Faleceu com 51 anos em Viana do Castelo
a 24 de Dezembro de 1893. |
|
 |
RUA DA GUINÉ BISSAU
Rua da Praia Norte, situada
entre a Avenida do Atlântico e a Rua de Moçambique, já na freguesia de
Areosa. O nome desta artéria presta homenagem à República da Guiné Bissau,
país irmão de língua portuguesa situado na África Ocidental. |
|
 |
LARGO INFANTE D. HENRIQUES
Largo da Ribeira, entre a Rua
dos Poveiros e a Rua do Marquês. O seu topónimo evoca o Infante D.
Henrique, "O Navegador", quinto filho de D. João I e de D. Filipa de
Lencastre, nascido no Porto em 1394 e falecido em Sagres em 1460. O
Infante D. Henrique é, sem dúvida, a figura mais universal da história de
Portugal, sendo frequentemente identificado com o próprio movimento da
expansão marítima quatrocentista. A sua figura histórica e o mito que a
acompanha, continua a ser um dos mais apaixonados temas da historiografia
portuguesa. |
|
 |
LARGO JOÃO DA ROCHA (FREI)
Largo da Urbanização de
Monserrate, com início na Rua Cidade de Riom e sem saída viária, a
perpetuar a memória do escritor João Loureiro da Rocha Barbosa e
Vasconcelos, natural de Viana do Castelo (1868 - 1921). João da Rocha, de
alcunha Frei, foi professor de nomeada, publicou vários livros pedagógicos
e de poesia e dedicou-se ao jornalismo, embora também nos deixasse
trabalhos de História e de Genealogia. Aquando do seu falecimento ocupava
o cargo de secretário particular do Presidente da República Dr. António
José de Almeida. |
|
 |
RUA JÚLIO DE LEMOS
Artéria da Urbanização de
Monserrate, com início na Avenida 25 de Abril e sem saída viária, a
prestar homenagem pública ao publicista Júlio de Lemos, nascido em Ponte
de Lima em 1878 e falecido em Viana do Castelo em 1960. Figura ilustre das
Letras, foi escritor e jornalista do mais elevado significado, mas, foi
também, um cidadão solidário, sempre pronto a dar o seu contributo e o seu
talento a iniciativas culturais e de solidariedade social. Colaborou em
quase todos os jornais e revistas portuguesas e algumas espanholas do seu
tempo. Publicou vários livros. Foi secretário perpétuo do Instituto
Histórico do Minho e director do jornal “A Aurora do Lima”. |
|
 |
RUA DE LENCASTRE
Arruamento da Urbanização de
Monserrate, entre a Rua Cidade de Riom e a Rua Cidade do Recife. O seu
topónimo presta homenagem à cidade de Inglaterra, Lencastre ou Lancaster,
com a qual Viana do Castelo tem assinado um protocolo de geminação que foi
ratificado nesta cidade em 1992. |
|
 |
RUA DO LOUREIRO
Arruamento da Ribeira, com
princípio na Rua Gois Pinto e fim no Largo Amadeu Costa. O seu topónimo
refere o "Loureiro" tipo de planta muito frequente no nosso país e muito
utilizado nas portas das tabernas, para assinalar estes característicos
estabelecimentos comerciais de fornecimento de vinhos a retalho. |
|
 |
RUA LUÍS FILIPE (ARTISTA)
Artéria da Urbanização de
Monserrate, entre a Rua Sport Clube Vianense e a Rua do Senhor do Socorro,
já na freguesia de Areosa. Este topónimo perpetua a memória do artista
pioneiro do Modernismo em Portugal, Dr. Luís Filipe, nascido em Melgaço em
1887 e falecido em Viana do Castelo em 1949. Exerceu nesta cidade a
actividade de notário e advogado mas distinguiu-se como caricaturista,
desenhador e ilustrador de grande sensibilidade e talento. Dedicou-se
também à aguarela e à valorização do trajo regional. Dentro desta linha,
elaborou inspirados cartazes para a Romaria da Senhora da Agonia. |
|
 |
TRAVESSA LUÍS JÁCOME
Artéria da zona histórica,
entre a Rua de Santa Clara e a Avenida dos Combatentes da Grande Guerra,
já na freguesia de Santa Maria Maior. O seu topónimo deve-se à nobre Casa
de Luís Jácome do Lago, do século XVIII, que aqui estava implantada e lhe
conferia grande referência, imóvel esse que nas derradeiras décadas da sua
existência, acolheu o Orfanato e Oficinas de S. José, vindo, finalmente, a
ser demolido pêlos anos de 1980. No seu lugar, depois de ser construído um
"monstro de cimento armado" foi, em parte dele, edificado o Átrio da
Música, que entro em actividade em 9 de Outubro de 2000. |
|
 |
RUA DOS MANJOVOS
Arruamento da zona histórica,
com princípio no Largo Vasco da Gama e fim na Avenida dos Combatentes da
Grande Guerra, já na freguesia de Santa Maria Maior. A sua curiosa
designação é proveniente, segundo alguns historiadores locais, de ter
vivido nesta rua, no reinado dos Filipes, um espanhol comedor de ovos, e
do "manja - ovos" derivou o topónimo até à actualidade. |
|
 |
RUA MANUEL ESPREGUEIRA
Artéria da zona histórica, com
princípio no Largo de S. Domingos e fim na Praça da República, já na
freguesia de Santa Maria Maior. Antigamente chamada Rua de S. Sebastião,
mudou o seu nome para Rua Manuel Espregueira em 1922. Este topónimo presta
tributo ao distinto engenheiro, bacharel em Matemática, militar e político
Manuel Afonso Espregueira, nascido em Viana do Castelo em 1835 e falecido
em Vila Franca, Viana do Castelo em 1917. Devido a iniciativas suas que
tomou junto das entidades governamentais competentes, Viana do Castelo
ficou a dever-lhe diversos melhoramentos de grande importância para o
desenvolvimento e progresso da cidade. |
|
 |
RUA DOS MAREANTES
Arruamento marginal da
Ribeira, entre a Praça de Viana do Castelo e a Avenida Campo do castelo. O
topónimo desta artéria, junto à foz do rio Lima e da barra do porto,
consagra e presta homenagem aos Mareantes vianeses que muito se
distinguiram na epopeica época dos Descobrimentos e muito contribuíram
para a expansão e engrandecimento da urbe de Viana, de modo a torná-la na
cidade de Viana do Castelo com o rico património monumental e artístico
que hoje se orgulha de apresentar. |
|
 |
RUA DO MARQUÊS
Artéria da Ribeira, com
princípio no Largo Infante D. Henrique e fim no Largo Amadeu Costa. Este
topónimo é devido a nesta rua se situar a casa do Marquês de Vila Real.
Mais tarde, este edifício foi designado Casa do Pescado por nela se
cobrarem as dízimas do produto das pescarias. |
|
 |
LARGO MESTRE CÉSAR
Pequeno largo entre a Alameda
João Alves Cerqueira e a Rua do Marquês, anteriormente denominado Largo da
Capitania, por aí se situar a Capitania do Porto de Viana do Castelo. O
seu topónimo perpetua a memória do Mestre César Martins, Patrão do Salva-vidas
(1895 - 1960), que morreu num naufrágio ocorrido em 31 de Outubro de 1960,
com o salva-vidas «Ferreira do Amaral», quando prestava assistência às
embarcações de pesca que entravam no porto. Mestre César, que foi diversas
vezes galardoado com condecorações, distinções essas tributárias do
testemunho de gratidão e reconhecimento por quem sempre se prontificou a
estar ao lado do seu semelhante em momentos de aflição, era muito
justamente considerado uma figura lendária da nossa Ribeira. |
|
 |
RUA MIGUEL NOGUEIRA (ARQ.)
Artéria da urbanização de
Monserrate, com início na Rua Aleixo Queirós Ribeiro e fim na Rua do
Senhor do Socorro, já na freguesia de Areosa. O arquitecto Miguel Nogueira
Júnior, nasceu em Seixas, Caminha em 1883 e faleceu na mesma terra em
1953, Como arquitecto foi autor de qualificados projectos concebidos para
edifícios de Lisboa, que foram galardoados pela Câmara Municipal da
capital. Como professor e director da Escola Técnica de Viana do Castelo
foi figura incontornável dessa emblemática unidade de ensino. Mas acima de
tudo, distinguiu-se como arquitecto Director - Técnico da construção do
Templo-Monumento consagrado ao Coração de Jesus, em Santa Luzia, imponente
obra arquitectónica que deixou concluída. |
|
 |
BECO DO MIRANDA
Pequenino e estreito beco da
Ribeira, situado na Rua do Loureiro. O seu topónimo, muito antigo, evoca,
possivelmente, um seu antigo residente que no seu tempo referenciava a
exígua artéria mas que a perpetuou com o seu nome até aos nossos dias. |
|
 |
RUA MONSENHOR DANIEL
MACHADO
Rua da Ribeira, entre a
Avenida Campo do Castelo e a Rua Gois Pinto, chamada anteriormente Rua do
Loureiro, mas que em 1978 mudou para Rua Monsenhor Daniel Machado. Este
topónimo presta homenagem a Daniel José Machado, zeloso e venerando pároco
cuja vida sacerdotal foi modelo de humildade e caridade. O Monsenhor
Daniel Machado nasceu nesta rua em 1912 e faleceu em 1978. Foi pároco de
Monserrate desde 8 de Dezembro de 1946 a 7 de Fevereiro de 1978. Além
disso, foi professor de Moral. Promoveu a primeira Procissão ao Mar, no
dia 20 de Agosto. Fundou e fomentou várias organizações de índole católico
e de vários grupos etários e esteve ligado a inúmeros movimentos de
solidariedade social. Em 1966, foi nomeado Arcipreste de Viana do Castelo
e em 2 de Fevereiro de 1978, Vigário Geral da Diocese de Viana do Castelo. |
|
 |
RUA DE MONSERRATE
Rua da zona da Cancela de
Areosa, com início na Praça General Barbosa e término em Povoença,
pertencente à freguesia de Areosa. Este topónimo refere a fervorosa
devoção que os Mareantes e Mercadores sentiam, principalmente durante o
século XVI, pela Senhora de Monserrate, de grande culto e veneração na
região da Catalunha, Espanha, com a qual Viana mantinha assíduas relações
comerciais e marítimas. |
|
 |
RUA DE OLIVENÇA
Artéria da Ribeira, entre a
Rua Manuel Espregueira e a Alameda João Alves Cerqueira. Antigamente
chamava-se Quelha das Noivas, mas ao ser alargada e também ao juntar-lhe a
Quelha de Mata Mouros que lhe ficava a Sul, ficou, a partir de 1935,
denominada Rua de Olivença. Este topónimo relembra Olivença, cidade
espanhola da província de Badajoz, junto à fronteira de Portugal. Mas a
grande verdade é que Olivença era uma cidade portuguesa pois foi
conquistada aos Mouros por D. Afonso Henriques e integrada no território
português pelo Tratado de Alcanises (1297). E foi só aquando das invasões
francesas é que foi ocupada pêlos espanhóis (1801). E apesar dos direitos
portugueses terem sido normalmente reconhecidos internacionalmente em 1814
e 1815, não mais Olivença voltou à posse de Portugal. |
|
 |
RUA DE OURENSE
Arruamento da Urbanização de
Monserrate, com início na Rua cidade de Riom e sem saída viária. O seu
topónimo presta tributo à cidade de Ourense, na Galiza, Espanha, capital
da província com o mesmo nome, com a qual Viana do Castelo sempre manteve
um forte vínculo de relações comerciais e de amizade. |
|
 |
RUA DR. PEDRO BARBOSA
Artéria da Praia Norte, com
início na Avenida do Atlântico e fim na Rua de Monserrate. Este topónimo é
devido à existência nesta rua da Escola Preparatória Dr. Pedro Barbosa, em
actividade desde 10 de Outubro de 1995. O Dr. Pedro Barbosa,
Jurisconsulto, Professor da Universidade de Coimbra, Desembargador do Paço
e Político notável, nasceu em Viana em 1523 e morreu em Lisboa em 1608.
Era conhecido por o "Insigne". |
|
 |
BECO DO PENEDO
Pequeno e estreito arruamento
da Ribeira, com princípio na Rua do Loureiro e sem saída. Este topónimo, a
fazer fé no seu nome, refere a existência de um afloramento rochoso que
outrora nele teria existido. |
|
 |
RUA DO PENEDO
Artéria da zona histórica, com
princípio na Praça General Barbosa e termo na Rua do Assento. O seu
topónimo faz referência ao grande afloramento rochoso que ficou bem
evidenciado aquando das obras realizadas nos finais de 2005, que a dotaram
de um novo arranjo urbanístico. |
|
 |
TRAVESSA DA PORTELA
Artéria da zona histórica, a
principiar na Rua Portela de Cima e com saída apenas pedonal, para a
Avenida 25 de Abril. O seu topónimo refere o nome que já em tempos
ancestrais se dava a este lugar - Portela. |
|
 |
RUA DA PORTELA DE BAIXO
Artéria da zona histórica, com
princípio na Rua de S. José e termo na Avenida General Humberto Delgado. O
seu topónimo refere o nome Portela, que já em tempos ancestrais se dava a
este lugar. E Portela de Baixo, por ficar localizada na parte inferior do
lugar. |
|
 |
RUA DA PORTELA DE CIMA
Artéria da zona histórica, com
princípio na Portela de Baixo e sem saída viária, mas a terminar em
escadas para a Avenida 25 de Abril. O seu topónimo refere o nome que já em
tempos ancestrais se dava a este lugar - Portela. E Portela de Cima, por
ficar localizada na sua parte superior. |
|
 |
LARGO DE PORTO SEGURO
Largo da Cancela de Areosa,
com princípio na Rua de Monserrate e fim na Avenida do Atlântico. O seu
topónimo é uma homenagem a Porto Seguro que é considerado o berço do
descobrimento do Brasil, pois foi aí que Pedro Álvares Cabral aportou pela
primeira vez em 1500. |
|
 |
RUA DOS POVEIROS
Velha e típica rua da Ribeira,
com início na Avenida Campo do Castelo e fim no Largo Infante D. Henrique.
Antigamente chamava-se Rua do Castelo. O seu topónimo presta homenagem aos
pescadores poveiros, assim chamados por serem naturais da Póvoa de Varzim,
e que, durante muitos anos, e até às primeiras décadas do século XX,
mantinham forte relacionamento com o porto de pesca de Viana do Castelo e
por esse motivo, frequentavam em grande número a nossa Ribeira, da qual
esta rua é uma das principais. |
|
 |
AVENIDA DA PRAIA NORTE
Artéria da Senhora da Agonia,
com início na Rua de Monserrate, atravessa o Campo da Senhora da Agonia e
termina nas edificações existentes no lado Poente. Esta avenida era assim
chamada porque outrora fazia ligação directa à antiga Praia Norte. No
entanto, em meados do século passado esta artéria foi cortada devido à
reconversão do porto de mar, e a própria antiga Praia Norte deixou de
existir, sendo em seu lugar, construída mais a Norte, a actual e atractiva
Praia Norte, que tem acesso principal pela Avenida do Atlântico. |
|
 |
RUA DOS RUBINS
Velho arruamento da zona
histórica, com início na Avenida Conde da Carreira e fim na Travessa do
Salgueiro. Esta rua está situada precisamente na linha divisória das duas
freguesias citadinas. O seu lado nascente faz parte de Santa Maria Maior e
o lado poente pertence a Monserrate. O seu topónimo evoca a família que
nela habitou, numa acastelada casa - Família dos Rubins - originária de
Amesterdão, Holanda, que se estabeleceu em Viana, como muitos outros
flamengos, aqui atraídos pela fama que gozava o comércio marítimo do
século XVI e XVII. |
|
 |
LARGO DE S. DOMINGOS
Largo da zona histórica, entre
a Rua Manuel Espregueira e a Praça General Barbosa. Este topónimo faz
referência ao convento quinhentista da Ordem Dominicana (S. Domingos),
fundado por D. Frei Bartolomeu dos Mártires, que domina este espaço urbano
com a sua igreja devotada a Santa Cruz, mas popularmente conhecida por
"Igreja de S. Domingos". Nesta notável igreja foi estabelecida, em 1836, a
paróquia de Nossa Senhora de Monserrate. |
|
 |
VIELA DE S. DOMINGOS
Viela da Ribeira, com
princípio no Largo de S. Domingos e fim no Largo do Infante D. Henrique.
Este topónimo é devido ao simples facto de esta velha artéria desembocar
no Largo de S. Domingos, espaço cívico de maior relevância em toda a
freguesia de Monserrate. |
|
 |
RUA DE S. JOSÉ
Comprida artéria das Ursulinas,
constituída por dois troços, separados pela Avenida 25 de Abril, com o
primeiro a principiar na Rua da Portela de Baixo e o segundo a terminar na
Rua dos Sobreiros. Este topónimo, muito antigo, faz referência à antiga
capela devotada a S. José, que aqui existia e que foi demolida em 1890
para alargamento da rua. |
|
 |
RUA S. PEDRO DOS PESCADORES
Arruamento da Praia Norte, com
princípio na Avenida de Cabo Verde e fim junto aos Estaleiros Navais de
Viana do Castelo. O seu topónimo é devido a estar integrado na urbanização
do Bairro dos Pescadores que, desde a sua construção, em 1950, é devotado
a S. Pedro. E S. Pedro, cuja romaria se celebra a 29 de Junho, é o
padroeiro dos Pescadores porque também era pescador no mar da Galíleia,
antes de ser chamado para seguir Cristo e ser "Pescador de Homens". Neste
Bairro dos Pescadores, em l de Julho de 2000, foi inaugurado um nicho,
cheio de ternura, também consagrado a S. Pedro, que é de muita devoção
pela crente comunidade de origem piscatória ali residente. |
|
 |
LARGO DE S. ROQUE
Largo da Cancela de Areosa,
dividido em dois espaços separados pela Rua de Monserrate. Um a Sul, fica
situado ao cimo do Campo da Senhora da Agonia. O outro, a Norte, tem
princípio na Rua de Monserrate mas não tem saída. O seu topónimo é devido
ao facto de fazer parte do Bairro de S. Roque, urbanização assim conhecida
por estar situada ao lado da antiga capela devotada a este santo protector
da peste ou das doenças "ruins" como o povo costuma dizer. O próprio S.
Roque, foi atacado pela peste mas, diz a lenda, que foi socorrido por um
cão. Venera-se a 16 de Agosto. |
|
 |
RUA DE S. TIAGO
Rua da zona histórica, com
princípio na Praça General Barbosa e fim no Largo 9 de Abril. Este
topónimo evoca a antiquíssima capela de S. Tiago, que já em 1527 era
administrada por algumas freiras franciscanas. Pertença da Misericórdia
desde 1663, fazia parte de um Recolhimento de senhoras solteiras e viúvas
de muita virtude. Actualmente, do que foi do Recolhimento apenas resta a
capela, que está anexa ao modelar Lar de Idosos de S. Tiago, construído em
1982. |
|
 |
TRAVESSA DO SALGUEIRO
Artéria da zona histórica,
entre a Rua Manuel Espregueira e a Alameda João Alves Cerqueira. Fica
situada no limite das duas freguesias da cidade e, assim, o lado nascente
pertence à freguesia de Santa Maria Maior e o lado poente a Monserrate. O
seu topónimo faz alusão a um salgueiro que se situava na sua embocadura
que, em tempos antigos ficava nas proximidades do rio Lima e, como tal, em
zona húmida, propícia ao aparecimento desta árvore. |
|
 |
RUA DE SANTIAGO DA BARRA
Rua da Ribeira, com início na
Avenida Campo do Castelo e a conduzir directamente ao Castelo de S. Tiago
da Barra. Este topónimo evoca o Castelo de S. Tiago da Barra, fortaleza
intimamente ligada à nobre e gloriosa história de Viana. É de tal modo a
importância histórica do Castelo de S. Tiago da Barra que foi devido à sua
acção na defesa da causa da Rainha, que D. Maria II, em 20 de Janeiro de
1848, elevou a então vila de Viana da Foz do Lima, a Cidade, com o nome
que hoje mantém - Viana do Castelo. |
|
 |
RUA DOS SANTOS MÁRTIRES
Rua das Ursulinas, com
princípio na Rua Bernardo Abrunhosa e fim na Rua D. Moisés Alves de Pinho.
Este topónimo é uma consagração aos três santos vianenses, Santa Revocata,
S. Teófilo e S. Saturnino que, segundo a lenda, foram martirizados por
serem cristãos, pêlos bárbaros, na foz do rio Lima, no século V. |
|
 |
CAMPO DA SENHORA DA AGONIA
Amplo espaço da zona da
Senhora da Agonia. No seu topo Norte está implantado o famoso santuário da
Senhora da Agonia, padroeira dos pescadores, pólo central da tradicional
Romaria, muito justamente considerada a Grande Romaria de Portugal. O
Campo da Senhora da Agonia atractivamente urbanizado em 2006, sobressai
pela sua vistosa alameda desde o Santuário até ao Castelo S. Tiago da
Barra, mas está também equipado com um parque de estacionamento
subterrâneo com capacidade para 1100 automóveis. |
|
 |
RUA SENHORA DA AGONIA
Artéria da zona da Praia
Norte, situada em frente ao Bairro dos Pescadores. O seu topónimo é devido
a ser a Senhora da Agonia padroeira dos pescadores e este bairro ser
precisamente o Bairro dos Pescadores com gentes ligadas ao mar que muito
veneram a Senhora da Agonia no seu famoso santuário erigido ali bem perto,
naquele morro que domina o vasto campo fronteiro, o Castelo de S. Tiago da
Barra e a boca da barra. |
|
 |
LARGO DE SANTA CATARINA
Largo no coração da Ribeira,
entre a Avenida Campo do Castelo e a Alameda João Alves Cerqueira. Este
topónimo faz alusão à capela de Santa Catarina concedida aos pescadores de
Viana, por Filipe II, em 1610, em substituição de uma outra capela da
mesma evocação, muito antiga, que ficou no interior das muralhas do
Castelo, quando este foi objecto de obras de ampliação. |
|
 |
RUA DE SANTA CLARA
Rua da zona histórica, com
princípio na Rua Manuel Espregueira e fim no Largo Vasco da Gama. Este
topónimo foi, há muitos anos, atribuído a esta típica rua, por aqui ter
existido uma capela de invocação a Santa Clara, que foi demolida nos
princípios do século XIX. |
|
 |
RUA DE SANTA TERESA
Rua das Ursulinas, entre a
Avenida 25 de Abril e a Rua Bernardo Abrunhosa. Este topónimo consagra o
Convento de Santa Teresinha, com capela anexa, de Freiras Carmelitas
Descalças, que se destaca no princípio da rua, ali implantado,em 1930 e
que tem a particularidade de ser único convento de clausura existente em
toda a Diocese de Viana do Castelo, que geograficamente corresponde ao
Distrito de Viana do Castelo. |
|
 |
BECO DE SANTO ANDRÉ
Pequenino beco da zona
histórica, junto da Ribeira, mais exactamente situado na Travessa do
Salgueiro e sem saída. O seu topónimo consagra Santo André, um dos doze
apóstolos. Pescador de profissão, fazia parte dos discípulos de João
Baptista quando, com o seu irmão Pedro, decidiu seguir Jesus. |
|
 |
RUA DOS SOBREIROS
Ateria das Ursulinas, com
princípio na Rua de S. José e fim na freguesia de Areosa. Tudo leva a crer
que este topónimo é devido a neste local existirem, noutros tempos,
sobreiros, árvores muito comuns em certas regiões do país, das quais se
extrai a cortiça. |
|
 |
RUA SPORT CLUBE VIANENSE
Rua da Urbanização de
Monserrate, com princípio na Rua Cidade de Riom e fim na Rua Alberto de
Sousa. O seu topónimo consagra o glorioso Sport Clube Vianense, fundado em
13 de Março de 1898 que, com um notável palmares ao serviço do desporto e
cultura, há muito se distingue como a colectividade desportiva com mais
prestígio e representatividade de todo o Alto Minho. |
|
 |
PRAÇA DE TIMOR
Praça da Praia Norte, situada
na extremidade Sul da Avenida de Cabo Verde e junto à Praia do Coral. Este
topónimo é uma homenagem ao povo de Timor - Leste, que depois de ser
duramente martirizado e sofrido vários massacres viu, finalmente, em 20 de
Maio de 2002, a criação oficial do seu Estado como Nação independente. |
|
 |
RUA DO TRIGO
Estreita rua da zona
histórica, com princípio na Rua General Luís do Rego e fim na Rua Manuel
Espregueira. Pelo facto de ter tido a Vedoria situada ali perto, esta rua
era assim denominada por ser o local onde se armazenavam os cereais para
os regimentos militares aquartelados em Viana. |
|
 |
LARGO DE TUI
Espaço da zona da Cancela de
Areosa, com princípio na Rua de Monserrate e sem saída. Este topónimo
presta homenagem à cidade de Tui, na província de Pontevedra, Galiza que,
muito especialmente por estar situada na margem do rio Minho, em frente à
vila de Valença, sempre teve fortes relações sociais e comerciais com a
população fronteiriça portuguesa. |
|
 |
LARGO VASCO DA GAMA
Largo urbano da zona
histórica, com relevante valor monumental e artístico, situado junto da
Ribeira, entre a Alameda João Alves Cerqueira e a Rua dos Manjovos,
antigamente chamado Largo Santo Homem Bom. Este largo consagra Vasco da
Gama, célebre navegador português nascido em Sines em 1469 e falecido em
Cochim - índia, em 1524 que, a mando de D. Manuel I, comandou a expedição
que descobriu o caminho marítimo para a índia, em 1498. |
|
 |
RUA DA VEDORIA
Artéria da zona histórica,
entre a Rua General Luís do Rego e a Rua Manuel Espregueira. Antigamente
denominada Rua das Vacas, a Rua da Vedoria refere a antiga Casa da Vedoria
que tinha por missão a manutenção de víveres para as tropas aquarteladas
em Viana. O edifício da Vedoria, belo exemplar da arquitectura
seiscentista, situado na esquina desta rua, foi construído em 1690, sob
projecto do Eng. Militar Manuel Pinto Vilalobos. Desde 1985, nele tem as
suas instalações o Arquivo Distrital de Viana do Castelo. |
|
 |
RUA VENTURA TERRA (ARQ.)
Rua da Urbanização de
Monserrate, que tendo um troço a Sul da Rua Aleixo Queirós Ribeiro, tem
outro troço a Norte desta rua, que termina na Rua Senhor do Socorro, já na
Freguesia de Areosa. Este topónimo presta homenagem ao notável arquitecto
Miguel Ventura Terra, (1866 - 1919) natural de Seixas, Caminha, que
constitui uma referência nos fastos da arquitectura portuguesa, pela
extensa lista de qualificadas obras por si projectadas no país,
especialmente em Lisboa, mas em sobressai o Templo- Monumento consagrado
ao Coração de Jesus, erecto no cimo do monte de Santa Luzia em Viana do
Castelo. |
|
 |
PRAÇA DE VIANA DO CASTELO
Moderna Praça da Ribeira, com
início na Rua dos Mareantes e a contornar a parte Sul do Castelo de S.
Tiago da Barra. Esta praça urbanisticamente bem concebida é dominada pelo
Monumento a Viana do Castelo. Este conjunto escultórico é constituído por
uma estátua em bronze dourado, com cinco metros de altura, assente sobre
um pedestal também de cinco metros, representando uma mulher de busto nu,
batida pelo vento por estar virada ao mar, ofertando uma flor aos
visitantes que entram a barra. O seu autor é o escultor vianense Manuel
Rocha. A Praça de Viana do Castelo e o seu conjunto escultórico foi
inaugurada em 5 de Outubro de 1999. |
|
 |
RUA DE VIGO
Arruamento da Praia Norte,
entre a Rua Dr. Pedro Barbosa e a Avenida de Angola. Este topónimo evoca a
cidade de Vigo, na Galiza que, além do facto de ser a cidade de Espanha
com saliente importância mais perto de Viana do Castelo, apresenta com
esta cidade várias semelhanças (salvo a devida dimensão), nomeadamente o
Porto de Mar, a frota pesqueira e a indústria de construção naval. |
|
 |
RUA DE ZIGUINCHOR
Rua da Urbanização de
Monserrate, com início na Rua Cidade de Riom e fim na Rua Cidade de
Recife. O seu topónimo é uma homenagem prestada pela cidade de Viana do
Castelo à cidade africana de Ziguinchor, no Senegal, com a qual tem
estabelecido, desde 1989, um protocolo de geminação. |
|

 |
VIA (SEM NOME)
Via (ainda sem nome atribuído)
do Anel Viário envolvente ao Centro Histórico, entre a Avenida Conde da
Carreira e o Campo da Senhora d'Agonia, aberta à circulação em 12 de Maio
de 2006.
|
|