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PORTUGAL:
ALTO MINHO - DISTRITO DE VIANA DO CASTELO - CONCELHO DE
CAMINHA - FREGUESIA DE VILAR DE MOUROS
Apesar
de algumas transformações de ordem paisagística e arquitectural que, por vezes,
constituem autênticas agressões ao património natural e cultural, a freguesia de
Vilar de Mouros ainda conserva aquele ar rural que lhe é peculiar e que atrai
inúmeras pessoas durante o ano.
Pertencente ao concelho de Caminha,
a freguesia de Vilar de Mouros situa-se entre os montes de Goios, Pena, Gávea e
Viso.
Com acessos pela Nacional 13, logo depois de
Seixas, ou pela Nacional 301 que segue pelo Vale do Coura em direcção a Paredes
de Coura, Vilar de Mouros está sempre à espera de quem precise se integrar mais
e melhor com a natureza, sem deixar de ter o apoio de um comércio local a
atender às suas mais emergentes solicitações.
Não é só porque se realizaram vários festivais
de música nesta freguesia, que ela é conhecida, de norte a sul do país, e no
estrangeiro também. Festivais que entre grandes nomes, já contou até, com Elton
John.
Vilar de Mouros, uma das jóias dos tesouros do
concelho de Caminha, é atracção para os festivais porque conta com
espectaculares belezas naturais. São, portanto, as suas características naturais
que motivam os promotores dos festivais.
E quais são essas belezas naturais?
Falta espaço aqui neste site para se ser justo,
ao se falar sobre Vilar de Mouros, e, as fotos não são, por si só, capazes de
dar essa ideia.
O Rio Coura com as suas águas limpas a correr
pelo meio da freguesia convida as pessoas a se banharem em vários pontos do seu
leito, mas muito especialmente juntos às azenhas, onde a praia fluvial assume um
maior protagonismo.
A ruralidade desta freguesia são atractivos
para quem dá valor à natureza.
Natureza ainda não agredida na forma como vem
acontecendo em tantos outros locais, outrora, quase iguais a este.
Ainda a respeito da história desta freguesia, no livro "Inventário
Colectivo dos Arquivos Paroquiais vol. II Norte Arquivos Nacionais/Torre do
Tombo" diz textualmente:
«Vilar de Mouros é mencionada no
inventário dos bens do mosteiro de São Salvador da Torre, de 1068.
Em 1071, o rei Garcia da Galiza
coutou-a a favor da Sé de Tui.
As Inquirições de 1258
incluem-na no julgado de Cerveira, no território de Entre Lima e Minho, do
bispado de Tui.
Na avaliação dos bens da comarca
de Valença, mandada elaborar pelo arcebispo de Braga entre 1545 e 1549, Vilar de
Mouros pertencia já a Caminha.
A Actual matriz foi construída
em 1553 e sagrada pelo arcebispo de Braga, D. Frei Baltasar Limpo, sendo aí
pároco um se sobrinho de nome Belchior.
Américo Costa descreve-a como vigarairia da apresentação do Chantre da Sé de Braga que manteve este direito
até, pelo menos, 1768. Foi anexada a Caminha em 1911, separando-se dela em 1936.
Vilar de Mouros, é portanto anterior à
nacionalidade portuguesa, donde se percebe que, o gosto dos antepassados também
confluíam para estas terras ribeirinhas do Rio Coura.»

Inventário do Património Arquitectónico
Em
http://www.monumentos.pt
Informações
detalhadas acerca de:
►
Capela de Santa
Luzia
►
Capela do Senhor dos Passos / Igreja Nova
►
Igreja paroquial de Vilar de Mouros / Igreja de Santa
Eulália
►
Ponte de Vilar de Mouros
►
Senhor dos Aflitos

( Fontes consultadas: Caminha e seu
Concelho, Direcção Geral dos Monumentos Nacionais, Inventário Colectivo dos Arquivos Paroquiais vol. II Norte Arquivos
Nacionais/Torre do Tombo e Freguesias Autarcas do Século XXI )
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